quinta-feira, 24 de junho de 2010

Convite do CAPS II Nosso Espaço

Amigos e parceiros do CAPS II Nosso Espaço!

Usuários, familiares e equipe têm a honra de convidar a todos vocês para a
QUERMESSE DO CAPS II NOSSO ESPAÇO!

Será no dia
08/07/2010, quinta feira, das 9 às 16 horas.

Durante todo o dia o CAPS estará de portas abertas para a comunidade, vendendo as produções das oficinas: crochê, tricô, bijuterias, panos de prato, artesanato em biscuit, velas e sabonetes, entre outras ofertas.

Também haverá venda de quitutes preparados especialmente para a ocasião e as já tradicionais camisetas do CAPS II, em diversas cores e com preços bem camaradas.

Teremos ainda uma exposição especial das produções da
Oficina de Arteterapia.

Venham fazer parte dessa festa!
Sua presença vai fazer a diferença.


Equipe CAPS II Nosso Espaço "Somos todos LOUCOS pela vida"
Centro de Atenção Psicossocial de Passo Fundo
R. Paissandu, 2131 Centro
54 3314 5276

terça-feira, 22 de junho de 2010

MIC- Mostra de Inciação Científica, Pesquisa e Extensão


PARA FAZER A SUA INSCRIÇÃO CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

2ª edição do CINEPSICO

Colegas da Psicologia

As turmas do V Nível – manhã e noite – estão promovendo a 2ª edição do CINEPSICO.

O evento acontece uma vez por mês, sempre aos sábados à tarde na IMED.

A idéia e a iniciativa partiram dos alunos e não está vinculada a nenhuma disciplina ou professor.

O objetivo é reunir os colegas da Psicologia em um momento onde possamos nos encontrar, conversar, nos divertir vendo um bom filme e comendo muita pipoca.

Como não poderia deixar de ser, os filmes têm temáticas relacionadas à Psicologia.

Então, convidamos a todos para, no sábado, dia 26 de junho, assistir ao Filme PRECIOSA – vencedor do Oscar/2010 de melhor atriz coadjuvante.

Leve pipoca, chimarrão, balinhas, chocolates...

Vai ser no Mini-auditório, a partir das 13:30.

Sua presença muito nos alegrará!

Até lá.

V Nível.


(Segue abaixo o cartaz de divulgação do evento e a sinopse do filme)


Sinopse do Filme Preciosa Uma História de Esperança
Claireece Preciosa Jones sofre privações inimagináveis em sua juventude. Abusada pela mãe, violentada por seu pai, ela cresce pobre, irritada, analfabeta, gorda, sem amor e geralmente passa despercebida. A melhor maneira de saber sobre ela são suas próprias falas: “Às vezes eu desejo que não estivesse viva. Mas eu não sei como morrer. Não há nenhum botão para desligar. Não
importa o quão ruim eu me sinta, meu coração não para de bater e meus olhos se abrem pela manhã”. Uma história intensa de adversidade e esperança.


Você também pode enviar dicas e sugestões de filmes para o CINEPSICO, basta deixar seu comentário!!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Quem disse que a psicologia não é unida? Entrevista realizado pelo DAscomplica ao DAPsi

[Continuação]
Por Marciana Zambillo

DAscomplica: Como surgiu o evento (III Mostra de Produções Coletivas; o III Fórum de Pesquisa e Intervenção; e o I Círculo de Palestras)?

Eduardo - DAPsi: Surgiu em 2007. Aliás, interessante que esse evento e o DAPsi tem uma história dependente um do outro. Não tínhamos diretório acadêmico do curso e no ano 2007, a turma (que era sempre o 5º semestre) responsável pela organização da Semana Acadêmica resolveu não realizar o evento. Para não ficarmos sem nada, dois colegas veteranos trouxeram a ideia de montar uma entidade estudantil para que organizasse esses eventos. Fui um dos convidados iniciais e em 2007 estávamos com cerca de 17 membros e realizamos a I Mostra de Produções Coletivas e I Fórum de Pesquisa e Intervenção em Psicologia, que aconteceu no lugar da Semana Acadêmica. Com o sucesso, mantivemos o DAPsi. No ano seguinte, 2008, realizamos a segunda edição, que foi maior e mais abrangente que a anterior, contando com a presença do CAP (Centro Acadêmico de Psicologia) de nossos colegas da UNIJUI/Ijuí (URI e UNIJUI são concorrentes, mas superamos isso como estudantes). Nesse ano, o evento aconteceu mesmo com a Semana Acadêmica retornando. Assim, tínhamos dois grandes momentos dos alunos por ano. Infelizmente, em 2009, devido aos problemas com a H1N1, e a agenda do curso muito limitada, o evento não aconteceu, o que nos deixou bastante decepcionados. Este ano, agora já na terceira gestão, vamos realizar o evento, acrescentando o I Círculo de Palestras, cujos nomes ainda estamos buscando, além do professor Vinicius.


DAscomplica: Qual é o papel do DA dentro do curso de psico aí em Sto. Angelo?

Eduardo - DAPsi: Tem um papel muito importante. A quantidade de eventos e a participação acadêmica em sua realização aumentou significativamente. Além disso, fomos o primeiro Diretório Acadêmico de algum curso aqui na Universidade, que contava apenas com o DCE (que reuniria todos os cursos). Também temos uma ótima relação com a coordenação do curso


DAscomplica: Como foi escolhida a temática do evento?

Eduardo - DAPsi:
Vários foram os motivos. mas o principal, com certeza, é de valorizar a produção em psicologia de intervenções em estágios, pesquisas, projetos de extensão, etc., reunindo a comunidade para que esta saiba o que os acadêmicos do curso estão realizando na comunidade de Santo Ângelo e região. Por exemplo, o grande "achado" deste evento é poder reunir comunidade acadêmica, comunidae popular e os usuários de serviços junto dos quais os acadêmicos realizam trabalhos e intervenções. Assim, tivemos usuários do CAPS da cidade falando sobre a oficina de rádio, aprsentando-a, jovens internados no SOS Vida (casa de reabilitação para usuários de drogas) apresentando-se na capoeira...e falando/vendendo jornais que eles mesmos produzem nos grupos das acadêmicas na isntituições, etc.É um movimento muito democrático, como pouco é visto em qualquer Universidade. Momento muito rico e gratificante para todos.


DAscomplica: Quais são as perspectivas para o evento e os projetos futuros?

Eduardo - DAPsi: A expectativa mínima é que esta terceira edição supere em todos os aspectos as anteriores. Tarefa dificil, mas com tanta coisa sendo realizada de interessante, os nomes que aos poucos vão sendo confirmados de diversas áreas da Psicologia, e a participação dos nossos queridos colegas de outras Universidades, conseguiremos isso. Estamos no meio do processo de eleição da 4º gestão do DAPsi. O evento acontecerá quando a próxima gestão já estiverer liderando e representando os estudantes, e sabemos que conseguiremos manter a qualdiade e aumentar as atividades proporcionadas pelos estudantes. Para este ano, o foco está sendo nesse evento, o maior de todo o curso, com certeza.


DAscomplica: O que o DAPsi pode dizer para o DAscomplica em termos de representação estudantil?

Eduardo - DAPsi: Posso dizer (como membro original em atividade ainda), e sei que falo em nome de todos os membros, que pensem sempre nos estudantes como colegas e apoiadores. Acreditem na potência do seu curso e da sua instituição. Há muitos obstáculos, com certeza, mas poder conquistar maior espaço acadêmico e respieto das outras esferas, não tem preço. Também, mantenham-se em ativa. Reunam-se semanalmente, mesmo sem muita coisa para discutir no momento. Ousem bastante. Se pensarem alto e tiverem que poder algumas coisas, pelo menos o possível já será algo grande. E que possam contar com os colegas aqui de Santo ângelo, que admiram muito o pessoal de Passo Fundo, esse centro estudantil que é o maior do interior do RS.

>>>> Para conhecer o DAPsi, acesse: www.dapsiurisantoangelo.blogspot.com <<<<

sábado, 12 de junho de 2010

A PSICOLOGIA DA IMED SAI A PASSEIO: PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA EM STO. ÂNGELO


Por Marciana Zambillo


O curso de Psicologia da URI-Santo Ângelo juntamente com a Coordenação e o DAPsi (Diretório Acadêmico de Psicologia) promovem a III Mostra de Produções Coletivas; o III Fórum de Pesquisa e Intervenção e o I Círculo de Palestras.
Segundo os organizadores, o evento que ocorrerá na Semana do Psicólogo - em agosto - se justifica pela “necessidade de espaço acadêmico de troca de experiências”.
O evento será dividido em três dias: 25 (noite), 26 (tarde e noite) e 27 (tarde e noite + confraternização pelo dia do Psicólogo).
Na noite de 26 de agosto o evento contará com a palestra do Professor Doutor Vinícius Renato Thomé Ferreira, professor e coordenador da Escola de Psicologia da IMED, que na ocasião falará sobre a Psicologia Evolucionista.
Segundo Eduardo, presidente do DAPsi, haverá ainda ‘apresentações artísticas das pessoas atendidas nos locais de estágios e nos projetos de extensão’.

DAscomplica: Como surgiu a idéia de convidar o professor Vinícius para participar do evento?

Eduardo - DAPsi: Acabei sugerindo o nome dele, pois faço parte da última turma em que ele ministrou aulas aqui na URI-Santo Ângelo, isso em 2006. Além da aula, também um curso de extensão que muitos participaram, e ele sempre foi muito querido pela turma. Infelizmente, ele não continuou. Então, além de respeitar muito seu trabalho e saber da seriedade que o acompanha, também teve esse caráter saudosista, com certeza a turma aqui do nono semestre e os professores adorarão revê-lo, e para quem não conhece ainda, terá o prazer de acompanhar sua fala.

O Eduardo acabou me respondendo outras questões sobre o evento, depois organizo em forma de entrevista e postamos, acho que podemos fazer em duas partes, essa primeiro e depois a entrevista.

[Mais informações em breve]

sexta-feira, 12 de março de 2010

Professores e Alunos da Psicologia IMED Participam do 4º Congresso Multidisciplinar de Saúde do MERCOSUL

Professores e alunos da IMED apresentaram trabalhos durante o 4º Congresso Multidisciplinar de Saúde Comunitária do MERCOSUL. O evento ocorreu de 28 a 30 de outubro, no Centro de Treinamento e Eventos da UFRGS/FAURGS na cidade de Gramado.
Um dos trabalhos, que foi apresentado pelos professores da IMED, teve como título ‘JOVEM E A ESCOLA FRENTE AOS DESAFIOS DO MERCADO DE TRABALHO’. O trabalho é de autoria dos professores Denise Tatim, Mauro Gaglietti, Israel Kujawa e Mariele dos Santos.
Durante o evento, também foi lançado o livro ‘Intervenções em Psicologia: transitando em diferentes contextos’, organizado pelas Profs. Cláudia Cenci, Leda Maurina e Márcia Wager, publicado pela Editora IMED.
Os bolsistas do grupo de estudos "Cenários da Saúde Mental: Psicologia e Políticas Públicas de Saúde" Crístofer da Costa e Rafaela Cecconello juntamente com suas colegas Josiane Razera e Marinês Bicca apresentaram os trabalhos "Proposta de intervenção comunitária no albergue municipal" e "Qualidade de vida do idoso no asilo".
Os alunos foram orientados pela professora Claudia Mara Boseto Cenci, a qual juntamente com professora Leda Rúbia Corbulim Maurina, coordenadora do já referido grupo de estudos, apresentaram o trabalho "Saúde comunitária na rede pública: desafios na formação do psicólogo".
O trabalho apresentado pelas professoras é fruto de diversas atividades acadêmicas das quais se destaca a supervisão de Estágio Profissionalizante em Psicologia Social Comunitária e a participação na Comissão de Integração Ensino Serviço da 6ª Coordenadoria Regional de Saúde.

FONTE: http://www.imed.edu.br/noticias/ver/916

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Confira os votos dos deputados federais gaúchos em relação ao Ato Médico

Assim votaram os deputados gaúchos em relação a proposição do ato médico, em sessão realizada no dia 21 de outubro de 2009. Está descrito o parlamentar, o partido e o voto.
Rio Grande do Sul (RS):

Beto Albuquerque, PSB, Contra

Darcísio Perondi, PMDB, A favor do ato médico

Eliseu Padilha, PMDB, A favor do ato médico

Enio Bacci, PDT, A favor do ato médico

Geraldinho, PSOL, Contra

Luis Carlos Heinze, PP, A favor do ato médico

Luiz Carlos Busato, PTB, Contra

Manuela DÁvila, PCdoB, Contra

Marco Maia, PT, Abstenção

Mendes Ribeiro Filho, PMDB, A favor do ato médico

Onyx Lorenzoni, DEM, A favor do ato médico

Paulo Pimenta, PT, Contra

Paulo Roberto Pereira, PTB, A favor do ato médico

Pepe Vargas, PT, A favor do ato médico

Pompeo de Mattos, PDT, A favor do ato médico

Professor Ruy Pauletti, PSDB, Contra

Vieira da Cunha, PDT, A favor do ato médico

Total Rio Grande do Sul: 17 Fonte: Sindicato dos Psicólogos do Rio Grande do Sul

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Entrevista com Prof. Dr. Vinícius R. Thomé Ferreira!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível
e Psicologia II nível.

1) Qual é a formação e sua área de concentração de trabalho?

Sou psicólogo, especialista em Psicologia das Relações Familiares, mestre em Psicologia Clínica e doutor em Psicologia. Minha área de concentração é a psicologia clínica, que vem sendo objeto de estudo e ensino desde o começo de meu trabalho. Já fui professor de graduação e pós-graduação em diversas instituições de ensino, no Rio Grande do Sul e do Brasil. Me oriento pela psicologia cognitivo-comportamental e pela psicologia evolucionista, e agora estamos começando a trabalhar com avaliação psicológica.

2)Como é atuar na coordenação do curso de Psicologia na IMED? Comente sobre a relação aluno- professor desenvolvida ao longo do tempo de coordenação na isntituição.

Nós buscamos construir uma relação próxima com os alunos, identificando os aprendizados e os pontos que merecem uma atenção especial. Este cuidado é tomado por todos os professores, que buscam o mesmo objetivo. Temos certeza de que agindo desta forma, com uma preocupação com o aprendizado e a pessoa do aluno o processo pedagógico ocorrerá de forma consistente. Não adianta somente focarmos no aspecto técnico da psicologia, é preciso desenvolver um relacionamento humano que seja coerente e afetivo, pois o psicólogo lida com as relações humanas.

3) Quais são as projeções para o curso de Psicologia na Instituição para 2010? O que os alunos podem esperar (de novo) para ano que vem?

Vamos fazer um investimento mais consistente na área de pesquisa, especialmente no campo da avaliação psicológica e o uso de testagens. Além disso, vamos focar na área da psicologia organizacional, que é um dos pilares do nosso curso, bem como teremos a preparação para os estágios profissionalizantes de 2011 e a formatura da primeira turma da Escola de Psicologia da IMED.

4) Comente sobre a realização III MIC e qual é a importância desse evento para a instituição e para o curso, bem como alunos da instituição?

A pesquisa é um dos pilares de uma instituição de ensino superior. A IMED tem feitos movimentos muito importantes no sentido de fortalecer esta prática nos últimos dois anos, especialmente. As MIC são o momento mais importante de uma instituição de pesquisa, pois é nela que se mostra o que se produziu em um ano de trabalho. Além disso, permite o intercâmbio com alunos e professores que realizaram pesquisas em outras instituições e nos prestigiam com sua presença.

Para os alunos, a MIC representa a oportunidade de exercitar várias habilidades, tais como a sistematização de argumentos, resumo de ideias e o fortalecimento do pensamento científico. Mesmo que o aluno possa pensar que não deseja seguir a carreira científica, estas habilidades tem se mostrado essenciais no mercado de trabalho.

5) Qual é a avaliação que se pode fazer do ano de 2009? Comente principais atividades desenvolvidas.

Neste ano de 2009 nossa atividade mais importante foi o estágio básico. A primeira turma da Escola de Psicologia efetuou práticas profissionais supervisionadas em várias instituições parceiras da IMED, o que lhes permitiu conhecer um pouco melhor o que faz um psicólogo e os desafios que os profissionais enfrentam na vida real.

Além disso, expandimos nossas parcerias com instituições da cidade e realizamos o III Seminário de Psicologia da IMED. Neste ano, o tema foi a psicologia organizacional, área de trabalho que emprega grande parte dos psicólogos formados, e é campo em expansão. Com as mudanças no mercado, espera-se que cada vez mais as relações humanas sejam elemento diferencial para a produção e o crescimento das empresas, e nesse aspecto a psicologia assume função central.

Outras atividades acadêmicas complementares à formação dos alunos foram as visitas técnicas (uma delas programada para novembro, no museu da PUCRS para visitar a exposição sobre Charles Darwin), os debates de livros (O Alienista), os grupos de estudo e o Ciclo de Palestras. Portanto, estamos sempre nos atualizando e buscando o que há de mais confiável no conhecimento psicológico para formarmos os psicólogos mais atualizados e comprometidos com o ser humano.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

"Todo ponto de vista..."

Diego
Graduando em Psicologia - IMED

A concepção holística de mente, para alguns profissionais da saúde, pode parecer muito tentadora quando se confunde com “sobre-naturalidade”. Pensa-se que a mente interfere no corpo, ou vice-versa, numa mesma medida, e aí temos um problema quanto às interpretações que se fazem acerca disso.O mesmo problema acontece quando falamos em funções cerebrais. A mente humana, assim como todas as atividades mentais, não existe como sujeito, justamente por não passar de um subproduto das funções deste órgão do corpo humano chamado de cérebro. Ou seja, todas as atividades “mentais”, como a sensação, atenção, percepção, memória, etc., não passam também de subprodutos de funções cerebrais complexas.O cérebro trabalha de forma conjunta com todas as suas partes, que são responsáveis pelas demais atividades. É nesse contexto que podemos afirmar a existência do termo “holístico”, - um cérebro que trabalha em conjunto com suas partes (seus lobos, temporal, frontal, occipital e parietal) ao mesmo tempo.A idéia de que todo desempenho cerebral possui sua individualidade funcional é totalmente válida. Desta forma, o conceito platônico da alegoria da caverna não é de todo errôneo; uma vez que a percepção humana acerca das coisas e fatos ao seu redor é resultado dos seus processos cerebrais, ela não deixa de ser subjetiva. Quem garante que não estamos a ver apenas as sombras refletidas na caverna?Logo, aquilo que você vê e reconhece como uma folha, não é uma folha (sujeito), mas sim, estímulos externos interpretados pelas diversas áreas do seu cérebro. Não obstante, ouso afirmar que o cérebro é a grande chave para a realidade em que vivemos, seja ela interna ou externa, objetiva ou subjetiva, e que talvez, nunca chegaremos a conhecê-la tal como é. Por fim, parafraseando o grande teólogo Leonardo Boff, termino dizendo que “todo ponto de vista, é a vista de um cérebro”.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Entrevista com a organização do evento III MIC- IMED

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível
D.A - Nome
R: Natália Formagini (uma das organizadoras do evento).
D.A - Qual é a expectativa da organização com essa III MIC?
R: Em primeiro lugar as expectativas foram superadas pois tiveram um bom número de trabalhos, 88 trabalhos ao todo e junto com isso a própria qualidade e enganjamento dos alunos e que corra tudo certo e dentro dos conformes.
D.A - Sobre a qualidade dos trabalhos. Comente:
R: Foram ótimos trabalhos, todos muito bons e bastante trabalhos de outras instituições inclusive de fora do RS. e outras faculdades e universidades. Isso demanda a repercurssão que a IMED tem, regional e interestadual. É o maior evento que o setor de pesquisa promove, tanto em tabalho quanto em participação, o número de pessoas envolvidas.
D.A - Sobre os avaliadores, comente:
R: A maioria deles coordena os grupos de pesquisa e estudos na instituição. O evento está subordinado a direção de pós-graduação pesquisa e extensão.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia-IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível.

D.A - Nome e nível que está?
R: Ísis Viana Pottker - VI nível psicologia.

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?
R: Mediação em termos de sensibilidade e de humanização totalizadora das relações humanas. o trabalho fala da proposta da mediação possibilitando as partes a transformação dos sentimentos como forma de resolução dos conflitos. Já havia participado de outras MIC na IMED, com esta já e a 3 vez. Pretendo dar continuidade ao trabalho.

D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?
R: Nós como alunos é experiência ganha e esse ano foi bom ver a evolução do evento. Na minha opinião teve uma melhoria em 100%, se continuar nessa perspectiva a MIC da IMED vai conquistar muito espaço no que se refere a Iniciação de trabalhos acadêmicos.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:
R: Achei ótima a organização, a questão dos certificados saírem na hora do evento, a elaboração do material foi uma evolução. Como aluna me senti valorizada por todos os movimentos que foram feitos em relação à mostras anteriores. Os professores estavam bem preparados para a avaliação dos trabalhos, os questionamentos bem elaborados. Todos os trabalhos apresentados estavam em um mesmo nível e todos muito bem elaborados ea qualidade está ótima.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia-IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível.

D.A - Nome e nível que está?
R: Marciana Zambillo- IV nível, psicologia.

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?
R: O título do trabalho é: Adolescentes sob medidas sócio-educativas. A partir de histórico escolar e familiar de adolescentes que cumprem medidas sócio-educativas, pensar junto com os adolescentes formas preventivas de violência e cultura (efetiva) da cultura de paz. Já apresentei mais vezes na IMED e em outras instituições por 3 vezes na UPF e uma vez na UCS. Pretendo dar continuidade e publicar.
D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?
R: A participação nesse tipo de evento proporciona à nós acadêmicos, colocar os resultados parciais obtidos até o momento, na roda do discurso, é uma forma de analisar criticamente o trabalho realizado de forma intersubjetiva, são diversos olhares sobre o mesmo tema.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:
R: Achei a MIC bem organizada, materiais, certificados e salas. No entanto teve pouca divulgaçãoda MIC. Veio uma grande personalidade do mundo acadêmico e os alunos nao tomaram muito conhecimento e nem outras instituições. Achei o preço bom da MIC. A banca estava bem boa e bem rígida, o datashow em perfeito estado, mas o edital pecou um pouco em algumas questões.
Sugestão: O valor da MIC poderia ser único para apresentar as duas modalidades: resumo e poster, mesmo que o valor fosse acrescido. Gostei bastante dos trabalhos apresentados.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia-IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e Psicologia II nível.

D.A - Nome e nível que está?
R: Carlisa Peccin, II nível psicologia.

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?
R: Apresentei dois trabalhos. Trajetórias da Inserção do Psicólogo nas políticas públicas de saúde e Violência e Agressão nas escolas: um estudo de caso. O primeiro trabalho trata de como se deu a inserção do psicólogo na saúde pública e o outro diz respeito a um estudo de caso realizado em uma escola com um aluno, procurou discutir sobre os diversos pontos de vista a cerca de um único indivíduo. Pretendo dar contiuidade aos dois trabalhos, se houver oportunidade de publicações, melhor.

D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?
R: Sensação primeiramente de ansiedade, durante a apresentação tranquilidade e pós apresentação sensação de missão cumprida. Expectativa de que o público que me assitiu tenha gostado do meu trabalho.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:
R: A organização estava muito boa. Os professores da banca foram atenciosos e se interessaram pelos assuntos, os trabalhos dos colegas estavam bem elaborados, gostei.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia-IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível.

D.A - Nome e nível que está?
R: Juliana Cônsul - VI nível, psicologia.

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?
R: Formação em Psicologia e políticas públicas de saúde. O trabalho foi sobre a inserção da psicologia em políticas públicas. É a primeira vez que participo com resumo na MIC, ano passado participei com Poster somente. Não pretendo a princípio dar continuidade ao trabalho, mas se durgir a oportunidade de desenvolvê-lo, aí sim.
D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?
R: A sensação foi boa e bastante ansiogênica. Adquirir conhecimentos a partir do meu trabalho e dos outros.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:
R: Achei a organização muito boa, melhor do que a do ano passado. Sobre os trabalhos apresentados achei bastante amplo, a banca agiu muito bem com relação a dicas, gostei bastante.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia-IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível.

D.A - Nome e nível que está?
R: Ana Caroline Martinelli, II nível, psicologia.

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?
R: Violência Juvenil: Risco e Proteção no contexto ambiental. É um estudo de caso, em que procurei embasar a parte prática com a teoria do desenvolvimento proposta no modelo teórico ambiental de Brofen Brenner, apoiado nos fatores de proteção proposta pela psicologia positiva e Justiça Restaurativa. É a primeira vez que apresento na MIC e pretendo dar continuidade.

D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?
R: Foi bem tranquilo, uma experiência boa realizar esse estudo prático e aprendi bastantes com isso. Eu esperava que os alunos se interessasem mais pela MIC e participassem mais.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:
R: A IMED envolveu mais os alunos bolsistas e deveria investir e incentivar mais os alunos a pesquisarem, pois a instituição só tem a ganhar com a maior divulgação. Falta também um certo interesse por parte dos alunos. Mas a organização de forma geral estava boa. Os professores foram bem legais. Todos os graduandos apresentaram bons trabalhos, achei bem interessante.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia e direito -IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível.

D.A - Nome e nível que está?
R: Luíz Mário Becker, X nível de direito.

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?
R: Os aparelhos do Estado e a violência/autoridade. Visa discutir com base nas teorias de Authucer Derida a formação do Estado Contemporrâneo e a utilização de forças violentas pelos aparelhos do Estado. Eu já havia participado de 4 outras MIC, na UPF, PUC e IMED.

D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?
R: Sensação de estar contribuindo para o pensamento científico, não há expectativas, pouca empolgação.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:
R: Gostei muito da organização, foi melhor do que as anteriores. Penso que a escolha dos professores deveria ser mais adequada aos temas dos trabalhos, bem como os trabalhos deveríam ser aglutinados em sua área de interesse. Os trabalhos apresentados foram muito bons e contribuíram muito para a construção do pensamento científico.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia-IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível.

D.A - Nome e nível que está?

R: Priscila S. Cerutti – IV nível Psicologia/noturno

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?

R: Os trabalhos que apresentei nesta Mostra Científica tiveram como título: Trajetórias da inserção do Psicólogo nas políticas públicas de saúde, e o outro Adolescência e envolvimento com a lei: uma análise sistêmica. Ambos fora desenvolvidos durante o semestre, sendo o primeiro um resumo de um artigo escrito por mim e pela colega Carlisa Peccin, baseado em referências bibliográficas de outros artigos e livros publicados recentemente sobre o assunto. O segundo resumo foi um estudo de caso com coletas de dados adquiridos na SEMCAS de Passo Fundo. O caso analisou o contexto de uma adolescente órfã de pai, de classe baixa que comete atos de violência freqüentemente e tem comportamento inadequado. Este trabalho foi desenvolvido por mim e pela colega Josiane Razera, com apoio do grupo de pesquisa Justiça Restaurativa como paradigma para o século XXI. São os primeiros trabalhos que apresento e pretendo dar contiuidade.


D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?

R: Uma sensação muito agradável, onde tivemos a oportunidade de assistir a apresentação dos outros colegas, sempre adquirindo novos conhecimentos e experiências. O trabalho fez com que buscássemos dados, bibliografias, entrevistas para assim poder desenvolver uma pesquisa de qualidade, concretizando a maior das expectativas que era de poder produzir uma boa analise, fazendo uma apresentação de qualidade e esclarecendo as possíveis duvidas existentes.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:

R: A organização foi de extrema qualidade. Sua programação dividida conforme as atividades desenvolvidas diariamente durante os três dias para cada apresentação possibilitou para que os alunos que não tiveram trabalhos publicados nesta mostra pudessem escolher e assistir as apresentações que mais despertou interesse e curiosidade. Todos os trabalhos que observei estavam de bons, demonstrando capacidade nas apresentações. A banca se demonstrou muito competente, com conhecimentos a respeito de cada assunto, questionando e avaliando cada apresentação.

Entrevistas com Acadêmicos da Psicologia-IMED durante a MIC!

Carlisa Peccin
Secretária de Mídia
Graduanda em Gestão Pública IV nível e
Psicologia II nível.


D.A - Nome e nível que está?

R: Gabriele Abuquerque - VI nível psicologia -IMED

D.A- Qual é o título do trabalho apresentado? Comente um pouco sobre o assunto. É a primeira vez que participa? Pretende dar contiuidade ao trabalho apresentado através de publicações ou novos trabalho?

R: O título é: Noções de Justiça Restaurativa e Psicologia Positiva em termos vivos. O trabalho consiste num projeto em uma escola que visava reduzir a violência e que busca um olhar restaurativo sobre os conflitos e uma humanização da educação. Eu já havia participado de outras MIC, no ano passado. Sim pretendo dar continuidade ao trabalho.

D.A - Qual é a sensação de estar participando da III MIC, comente sobre essa experiência. Qual é a sua expectativa?

É uma experiência boa, que motiva a se envolver com pesquisa e seguir uma carreira acadêmica e também dá uma experiência prática boa que vai auxiliar no futuro. A minha expectiva em relação a MIC é que seja boa e eu possa aprender mais sobre a pesquisa de outros colegas e consiga despertar interesse nos outros com a minha apresentação.

D.A - O que você achou da organização geral do evento? Comente sobre os professores da banca, funcionamento e trabalhos apresentados:

Achei bem organizada, no entanto o edital precisava ser mais claro, pois ficaram dúvidas e também achei que faltou um pouco mais de divulgação da MIC e atrações. Sobre o professor da banca: procurou ser crítico e demostrou interesse, apresentou críticas construtivas. Gostei dos trabalhos apresentados pelos colegas.

Depressão pós EREP Sul Londrina

Paulo Cesar dos Santos Braga
Graduando em Psicologia - IMED
Secretário Social DASCOMPLICA gestão 2009/10

Primeiro, o que é o EREP? EREP – Encontro regional de estudantes de Psicologia da região sul o país. Um evento organizado pelos acadêmicos da sede onde está sendo realizado, e também pelo COREP – Coletivo regional de estudantes de psicologia.
No ano de 2008 o EREP foi realizado em nosso município, graças a um grande esforço entre acadêmicos da UPF e IMED. Foi meu primeiro contato com o EREP. O tema discutido aqui em Passo Fundo foi a DESformação, onde desconstruímos conceitos e intervenções. O tema foi pensado pela necessidade que a profissão tem de sempre estar se remodelando.
Mas meu título não tem nada haver com o EREP Passo Fundo. Aliás, tem sim. Cada EREP deixa em nós participantes um vazio interior. Mas primeiro me deixa relatar o que acontece nestes eventos. Bom, em primeiro lugar eu devo lembrar que agregamos conhecimento em qualquer lugar, por isso, não é apenas de maneira formal e vertical que podemos ser afetados, mas de maneira horizontal onde diversos acadêmicos de vários estados do país podem discutir sobre temas que realmente nos preocupam enquanto estudantes, além de alguns profissionais também usarem uma maneira não imposta e se disporem a discutir conosco varias e novas maneiras de intervenção, de olhar reflexivamente aos acontecimentos do mundo, de poder não se cegar com determinadas teorias ou práticas, ou ainda, de ao menos discutir as dificuldades da profissão.
O EREP é isso mesmo, um espaço onde todos os estudantes tem voz, possuem a oportunidade de discutir, seja em uma roda de pessoas, ou ainda em espaços de debate e discussão com profissionais.
Bom, para os que dizem que estes eventos são apenas uma desculpa para fazer festa, para “pegação”, ou para “soltar e despertar a libido”, concordo plenamente! Porém, aos que assim pensam, experimentem! Irão se surpreender, se ao menos se disporem as discussões e deixarem os preconceitos de lado. Não estou pedindo para que seja tudo ao extremo – liberado -, mas garanto que os espaços informais criados nos EREPs podem nos ensinar e acrescentar muito. E ainda, façam festa, isso torna as pessoas mais alegres. Ah, claro, no EREP, já é tradição ter três festas muito diferentes do que você está acostumado. Festas como a do pé vermelho, a fantasia, o psico arte, ou ainda, como em 2008 festa do desaniversário.
Neste ano, o evento ocorreu na UEL – Universidade Estadual de Londrina, lá no norte do Paraná. Cerca de 14 horas de ônibus. Assim mesmo, anda, anda, anda, e pensa que chegou, mas não, é como a terra da Princesa Fiona do Sherek, é tão tão distante... Mas eis que no dia 9 de outubro chegamos na UEL, uma grande universidade, grande mesmo. E então, “mais perdidos que cusco em tiroteio”, caminhando um bom espaço, carregados com malas, barracas e colchões para acampamento. Com nosso sotaque, logo descobriram que se tratava de gaúchos. Londrina, uma cidade com cerca de 500 mil habitantes, chamada de pequena Londres, ou ainda a terra do “pé vermelho”, devido ao solo que realmente deixa o pé e os tênis vermelho. Bela cidade, com muitos imigrantes orientais, principalmente japoneses, com um povo bem receptivo, muitos homens barbudos (se fosse em nossa cidade não arrumariam trabalho nem de pedreiro, mas lá, trabalham em restaurantes e todos os seguimentos da sociedade), além é claro, os primeiros colonizadores foram os britânicos de Londres.
Pois é, e assim foi, acampamos no campus até o dia 12 de outubro, onde embarcamos de volta a vida estressante e deprimente. Londrina ficou na história, Passo Fundo ficou também. Londrina com o tema AFETAÇÂO da REALIDADE Remontando os sentidos. Afeto mais ação, só poderia ser bom. Em Passo Fundo, a desconstrução foi algo muito importante, para repensarmos nossa prática. E agora, uma possível sede é Florianópolis. Se está curioso, experimente! Se quer criticar, também é bem vindo, pois não adianta criticar sem ao menos saber do que trata!
Por isso a depressão! Quando temos um evento traumático, podemos ter o transtorno de estresse pós traumático. Sujiro que na reformulação do DSM, seja acrescentado uma depressão pós bons eventos (poderiam ser férias, carnaval, EREP, um bom evento musical), pois, todos devem concordar comigo, após uma alegria, quando voltamos a triste e cruel realidade, nosso humor tem uma queda significativa.
Ah, o bordão mais usado neste EREP foi: Aeh...Energia! Não sei da onde o pessoal da UPF tirou isso, mais resumiu realmente o que nós erepianos precisávamos no evento, muita energia positiva, e também após o evento, muita energia para encarar o mundo real... Sem mais...

E aí, estamos preparados para o ato médico?

Schaiane Ribeiro
Graduanda em Psicologia IMED
Vice-presidente do DASCOMPLICA gestão 2009/10

Há algum tempo venho sendo informada sobre um tema que acredito ser de importância para todos nós, mas que infelizmente, algumas pessoas ainda desconhecem ou já ouviram falar mas por algum motivo não foram bem esclarecidas, então, procuro chamar a atenção para o tema Ato Médico, pois acredito que isto atinja toda a sociedade, principalmente a área da saúde, da qual todos nós cidadãos desfrutamos.
Conforme pesquisei, o ato médico vem sendo definido como todo procedimento da competência e responsabilidade exclusivas do médico no exercício de sua profissão, em benefício do ser humano individualmente ou da sociedade como um todo, visando à preservação da saúde, a prevenção das doenças, o tratamento e a reabilitação do enfermo, entretanto em muitas ocasiões, o paciente poderá necessitar de um especialista, e a decisão de procurar um especialista específico é um direito do paciente.
Com a aprovação do ato médico, antes do paciente procurar um especialista, como por exemplo, Psicólogo ou dentista, ele deverá passar pela consulta com o médico, que lhe fará o encaminhamento se julgar necessário. E, todos nós sabemos, e creio eu que concordamos, que o homem é o ser mais complexo de ser entendido, ter a compreensão total do ser humano em todos os aspectos é até uma tarefa impossível, e embora este desejo de compreensão do ser humano também me fascine, acredito que alguém achar que possui esta capacidade é pretensão demais, uma vez que, para alcançar esta capacidade de visão global do ser humano é necessário no mínimo aquisição de conhecimentos fundamentais sobre a psique humana, as funções cognitivas, a anatomia normal e patológica entre outros. Por isto, o desenvolvimento da medicina levou à sua fragmentação em diferentes especialidades. Esta é uma contingência histórica com a qual se têm de conviver e saber tirar proveito em favor dos pacientes, logo, sendo as demais profissões da área da saúde, autônomas de nível superior, devem ser consideradas no mesmo nível da profissão médica e não subordinadas a esta, uma vez que todas as profissões que atuam, nesta área são dignas, úteis e necessárias e não surgiram por acaso, são fruto do atual estágio da civilização e muito podem contribuir para o bem-estar da população, tanto na preservação da saúde, como no tratamento e recuperação dos enfermos.
Procuro aqui me posicionar, pois muito me preocupa saber que no futuro serei uma das tantas profissionais da área da saúde, que poderá sofrer com os abusos que eventualmente poderão ocorrer devido ao ato médico, e mais ainda me preocupa o fato de como cidadã ter os meus direitos de escolha violados, simplesmente, por motivo de um “desejo de poder”, pois me parece que se isto ocorrer estaremos entrando em uma fase de retrocesso social. Me questiono também, sobre como ficará a questão da qualidade do serviço prestado à saúde humana, em especial à saúde mental, que é minha área de estudo, pois, apesar de ter lido as justificativas para a aprovação do ato médico, não consigo absorver a idéia de que uma pessoa que estuda o ser humano de um aspecto global em sua totalidade, possa ter mais experiência do que uma pessoa que estuda especificamente a saúde mental. Reflito ainda, sobre a saúde pública, ora, se todas as pessoas que necessitarem de um acompanhamento psicológico, por exemplo, precisarem passar por uma avaliação médica quanto tempo levarão para chegar ao psicólogo? Será que a saúde pública está preparada para o ato médico? E, será que nós estamos preparados para tal?
Para responder a esta pergunta convido todos à refletirem sobre o tema. Gostaria ainda de esclarecer que acho o exercício da medicina de fundamental importância para todos nós, acredito ser esta uma profissão belíssima e exatamente por isto não deve ser hierárquica. Não quero que estas palavras sejam entendidas como críticas somente ou como tentativa de persuasão da opinião dos colegas e leitores, mas é impossível para mim como acadêmica do curso de Psicologia não me posicionar. Acredito ainda que mais importante do que ter um posicionamento contra ou a favor, é ter um posicionamento, portanto para mim o ato médico é hoje um exemplo da crise de paradigma pela qual a sociedade passa, por isto,convido todos os colegas acadêmicos, especialmente os do curso de Psicologia, bem como os professores para abrirmos um debate amplo e esclarecedor sobre o Ato Médico.
obs: este texto já foi publicado no jornal O Rodinho e está diponível na íntegra no blog Psicologia e Arte: http://schaianeedias.blogspot.com/