sábado, 20 de agosto de 2011

Os avanços da Profissão Psicólogo no Brasil: desafios e perspectivas da profissão


No dia 27 de agosto comemoramos o dia do psicólogo e para brindar os avanços da profissão, a Faculdade Meridional-IMED, sob a coordenação da Escola de Psicologia e do diretório acadêmico, organizaram um evento que contou com a participação de uma representante do Conselho Regional de Psicologia.
Os objetivos da palestra consistiam em integrar a comunidade acadêmica através do debate da Profissão Psicólogo e possibilitar aos professores, estudantes e profissionais da área a pensar alternativas no mercado de trabalho.
Sabemos que profissão de Psicólogo no Brasil é jovem e foi a partir da Portaria 272, referente ao Decreto-Lei 9092, de 1946 que institucionalizou, pela primeira vez na história brasileira, a formação profissional do psicólogo. O psicólogo habilitado legalmente deveria frequentar os três primeiros anos de filosofia, biologia, fisiologia, antropologia ou estatística e fazer então os cursos especializados de psicologia. Com a formação dos denominados especialistas em psicologia iniciou-se oficialmente o exercício dessa profissão.
A formação profissional do psicólogo, como hoje está organizada, em estabelecimento de nível superior e com currículo majoritariamente dedicado à psicologia, foi iniciada em 1957, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo. No Rio, o curso pioneiro funcionou na Pontifícia Universidade Católica. Já em São Paulo, o curso de psicologia foi criado, pela lei estadual nº 3.862, começando a funcionar na USP em 1958. Ao mesmo tempo foram se constituindo alternativas de formação profissional paralelas à acadêmica stricto sensu e a psicologia chega ao final da década de 1950 como uma profissão detentora de uma formação profissional de nível universitário nos dois principais centros econômicos e políticos do país.
Em 1966, foi iniciado o primeiro curso de mestrado e em 1974, o de doutorado. Com isso, o exercício profissional da psicologia passou a estar amparado cada vez mais por um conhecimento científico e a profissão legitimou-se academicamente para lutar pelo domínio de segmentos importantes do mercado de trabalho. A partir das décadas de 1940 e 1950, o psicólogo passou a atuar, cada vez mais, nas áreas de Educação e do Trabalho e o processo de industrialização, sobretudo no governo de Getúlio Vargas, abriu um novo espaço no mercado de trabalho para a psicologia.
Enquanto a psicologia desenvolvia um conhecimento especializado e conquistava um mercado consumidor de seus serviços, começaram a ser elaborados anteprojetos para a regulamentação da profissão. No início dos anos 1950, em resposta à solicitação do Conselho Nacional de Educação, o ISOP e a Associação Brasileira de Psicotécnicos (ABP) enviaram sugestões para a regulamentação da psicologia e a partir de então começaram a ser travadas discussões, que culminaram no primeiro anteprojeto de lei para a profissão, enviado ao Conselho Nacional de Educação em 1953.
O anteprojeto do ISOP e da ABP determinava que uma das atividades do psicólogo pertencia à área clínica e foi em relação a este aspecto que a Comissão de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação se opôs. Em seu projeto substitutivo, elaborado em 1957, esta mesma Comissão vetou o item que previa a atuação do psicólogo na área clínica como profissional independente. De acordo com o substitutivo, o psicólogo neste caso só poderia ser assistente técnico, tendo sua atuação supervisionada por um médico. Este substitutivo foi, no entanto, vetado pela Comissão de Educação e Cultura e em seu lugar, aprovou uma proposta oriunda da Associação Brasileira de Psicólogos em conjunto com a Sociedade de Psicologia de São Paulo. Segundo a proposta, caberia ao psicólogo o direito de trabalhar na clínica, para atuar na denominada solução de problemas de ajustamento.
No dia 27 de agosto de 1962 foi aprovada a Lei nº 4.119, que regulamentou a profissão de psicólogo e também foi emitido, nesse mesmo ano, o Parecer 403 do Conselho Federal de Educação, que estabeleceu o currículo mínimo e a duração do curso universitário de psicologia. O cadastro dos psicólogos e a definição das funções da profissão foram explicitados no Decreto nº 53.464: Art. 4º - São funções do psicólogo: 1) Utilizar métodos e técnicas psicológicas com o objetivo de: a) diagnóstico psicológico; b) orientação e seleção profissional; c) orientação psicopedagógica; d) solução de problemas de ajustamento. 2) Dirigir serviços de Psicologia em órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, paraestatais, de economia mista e particulares. 3) Ensinar as cadeiras ou disciplinas de Psicologia nos vários níveis de ensino, observadas as demais exigências da legislação em vigor. 4) Supervisionar profissionais e alunos em trabalhos teóricos e práticos de Psicologia. 5) Assessorar, tecnicamente, órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, paraestatais, de economia mista e particulares. 6) Realizar perícias e emitir pareceres sobre a matéria de Psicologia.
Atualmente, a profissão Psicólogo no Brasil, está em ascensão e estamos ocupando espaços significativos no mercado de trabalho. Parabéns aos psicólogos comprometidos com a belíssima tarefa de estudar, compreender e intervir no comportamento humano.
________________________
Autor: Luiz Ronaldo F. de Oliveira. Psicólogo, professor e coordenador da Escola de Psicologia da IMED
Texto baseado no artigo. PEREIRA, Fernanda M; NETO, André P. O Psicólogo no Brasil: notas sobre seu processo de profissionalização. Psicologia em estudo, Maringá, v. 8, n. 2, p. 19-27, 2003.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Professoras da Escola de Psicologia apresentam trabalhos no III Seminário Internacional de Habilidades Sociais em São Paulo

As professoras Dra. Marcia Fortes Wagner e  Me. Leda Rúbia Corbulim Maurina apresentaram trabalhos no III Seminário Internacional de Habilidades Sociais (III SIHS) que ocorreu na  Universidade de Taubaté (UNITAU) em São Paulo.
O evento, realizado  de 10 a 13 de agosto, foi promovido pela UNITAU e pelo grupo de professores pesquisadores filiados ao GT- Relações Interpessoais e Competência Social da ANPEPP, Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia.
As professoras Leda e Marcia enfatizam que foi muito importante participar deste seminário pelos contatos realizados e pela divulgação da Escola de Psicologia da IMED no cenário nacional e internacional da área da psicologia. Deste encontro, possíveis parcerias de estudos e pesquisas poderão vir a serem desenvolvidos com profissionais de outros estados e países, além da perspectiva de ampliação da visibilidade da IMED entre as instituições de ensino superior do país.
Confira os trabalhos apresentados foram:
1) Atividade Como eu Faço: “Cócegas: Treinamento de Habilidades Sociais para acadêmicos de Psicologia como palhaços de hospital”, de autoria da professora Me. Leda Rúbia Corbulim Maurina e das acadêmicas da IMED Ana Caroline Martinelli e Marciana Zambillo.
2) Pôster “Avaliação e Promoção de Habilidades Sociais no Transtorno de Ansiedade Social”, de autoria das professoras da IMED Drª Marcia Fortes Wagner, Me. Gabriela de Quadros Lima e Me. Leda Rúbia Corbulim Maurina, divulgando o Projeto de Pesquisa Avaliação e Promoção de Habilidades Sociais no Transtorno de Ansiedade Social desenvolvido na IMED.
3) Pôster “Cuestionário de Ansiedad Social para Adultos (CASO-A30): validação brasileira de um novo instrumento de Fobia Social” de autoria da professora Drª Marcia Fortes Wagner (IMED), acadêmica Angela Aparecida Wolff Oliveira (PUCRS), acadêmicos da IMED Marciana Zambillo, Rodrigo Iran Melara Simões, Priscila Corazza e Veronica Salvi Triches e professora Drª Margareth da Silva Oliveira (PUCRS).
4) Simpósio “Prevenção, Consumo, Dependência e Abstinência de Álcool, Crack/Cocaína e Maconha: o papel das Habilidades Sociais” de autoria de Me. Lucas Guimarães Cardoso de Sá (UFSCAR), Drª Marcia Fortes Wagner (IMED), Me. Cláudia Cabral da Costa (UNIR), Drª Zilda Aparecida Pereira Del Prette (Universidade Federal de São Carlos/UFSCAR), Drª Margareth da Silva Oliveira (PUCRS) e Dr. Fábio Biasotto Feitosa (Universidade Federal de Rondônia/UNIR).
http://portaldecomunicacao.imed.edu.br/files/media/profes4.jpg

O que você perguntaria ao CRP?

http://www.pol.org.br/pol/export/sites/default/pol/sistema_conselhos/sistema_conselhosImagens/logo_crp_07_101020.gifNo dia 26 de agosto em comemoração ao Dia do Psicólogo estaremos recebendo para um bate-papo a representante do CRP/RS Vera Lúcia Pasini.
Na ocasião, Vera poderá nos esclarecer diversas dúvidas sobre a atuação do CRP e os desafios da profissão que escolhemos.
Os integrantes do DAscomplica - Diretório Acadêmico de Psicologia da IMED já elaboraram algumas questões:
- E SE OS TESTES PSICOLÓGICOS  DEIXASSEM DE SER DE USO EXCLUSIVO DO PSICÓLOGO E PASSASSEM A SER USADOS POR OUTROS PROFISSIONAIS?

- O QUE MOTIVOU O CFP A SE POSICIONAR DE FORMA CONTRÁRIA A ATUAÇÃO DOS PSICÓLOGOS NOS PRESÍDIOS?

- OS PSICÓLOGOS DO TRÂNSITO CONTAM COM A AJUDA DO CRP PARA GARANTIR BOAS CONDIÇÕES DE TRABALHO?

- EM MINHA PRÁTICA PROFISSIONAL, DEVO  USAR APENAS UMA LINHA TEÓRICA OU POSSO USAR MAIS DE UMA? DE QUE FORMA? QUAL A POSIÇÃO DO CRP EM RELAÇÃO A ISSO?

- EM SE TRATANDO DE PSICOLOGIA DO ESPORTE: “O MELHOR PSICÓLOGO É O TÉCNICO”?

- CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA? CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA? SINDICATO DOS PSICÓLOGOS? QUE ÓRGÃOS SÃO ESSES E O QUE FAZEM?

- QUAIS AS AÇÕES DO CRP PARA  PROPORCIONAR AO PSICÓLOGOS INSERÇÃO EM DIFERENTES LOCAIS DE TRABALHO OU ÁREAS DE ATUAÇÃO?

- CRP, PORQUE VOCÊS ESTÃO TÃO LONGE SE NO SEU NOME DIZ REGIONAL?

- O CFP decidiu que os profissionais da psicologia transexuais ou travestis podem usar o nome social na carteira de identidade profissional, bem como em documentos como relatórios e laudos. O QUE VOCÊ ACHA DISSO?

E VOCÊ, O QUE QUER SABER?

Para participar basta se inscrever gratuitamente: www.imed.edu.br. O evento é gratuito e aberto a todos os interessados. Será disponibilizado certificado aos participantes.
Presença de Vera Lúcia Pasini, representante do CRP/RS e Coquetel em comemoração ao Dia do Psicólogo é dia 26/08/2011 às 19:10min no Auditório Central da IMED

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

XX EREP - 17 A 20 DE SETEMBRO EM PORTO ALEGRE

O EREP é o Encontro Regional de Estudantes de Psicologia da região sul do Brasil. Nele, estudantes de diversas universidades se reúnem para compartilhar experiências, trocar ideias e repensar suas trajetórias na psicologia.
O DCE IMED e o DAALL (UPF) realizaram a organização local da XVII EREP SUL - Passo Fundo no ano de 2008, desde então os estudantes da IMED participam do Conselho que organiza o Encontro anual de estudantes de Psicologia.
 A XX edição do Encontro Regional dos Estudantes de Psicologia será realizado de 17 a 20 de setembro de 2011 em Porto Alegre/RS e é um espaço e um momento de fugir da zona de conforto de cada um, buscando novos sentidos e sensações na coletividade. Inspirados por esse desafio, o EREP este ano vibrará na frequência Fazendo Sentidos, Sentindo Fazeres.
A construção de sentido é feita pela experiência, pela ação. Optou-se pela experiência de autogestão enquanto método e enquanto objetivo, pois possibilita uma postura ativa de mundo e pode ser levado como uma possibilidade de ser para a vida. Mais do que isso, que o EREP seja um ponto de partida de diversas transformações de si mesmo e do mundo, para além do evento.
O Coletivo Regional dos Estudantes de Psicologia da Região Sul (COREP SUL) é um conjunto de pessoas (coletivo) que se associam livremente e que buscam construir uma rede de contatos e afetos entre os estudantes de psicologia da região sul e país afora, e que se encontro mais ou menos com certa regularidade pra discutir "coisas" e organizar o EREP.


EXCURSÃO DE PASSO FUNDO
Estamos organizando um ônibus que partirá de Passo Fundo com estudantes da UPF e da IMED. Mais informações no DAALL ou com a Ana Ferraz (54 9631-0460), o Jamaica (54 9967-0443) ou com o Cleiton (54 9178-2702).

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Iniciação Científica

O Prof. Dr. Mauro Gaglietti está recebendo inscrições para o preenchimento de uma vaga de Bolsista de Iniciação Científica da FAPERGS (ver edital no site da IMED).  para atuar junto ao Projeto de Pesquisa Justiça Comunitária. O prazo de recebimento das inscrições é até o dia 12 de maio de 2011 no E-mail maurogaglietti@bol.com.br

Condições de elegibilidade do(a) acadêmico (a):


a) Estar regularmente matriculado em curso de graduação da IMED.
b) Não possuir vínculo empregatício ou outra bolsa para desenvolvimento de pesquisa de
qualquer natureza.
c) Estar registrado como participante em projeto de pesquisa vigente regularmente
registrado na Coordenação de Pesquisa da IMED.
d) Ter os dados pessoais atualizados (e-mail e telefone) junto à secretaria da Coordenação
de Pesquisa da IMED.
e) Ter concluído pelo menos os dois (02) primeiros semestres do curso de graduação.
f) Demonstrar bom desempenho acadêmico através do histórico escolar de graduação da
IMED.
g) Possuir currículo Lattes atualizado na base do CNPq.
h) Possuir conta corrente pessoal no BANRISUL S.A., para viabilizar implantação da
bolsa. Não será permitida conta poupança ou conta conjunta.
i) Cumprir as atividades constantes do plano de atividades do bolsista, a ser proposto pelo
orientador no ato da inscrição, em jornada de 20 (vinte) horas semanais de atividades.
j) O não atendimento aos itens acima mencionados implicará no cancelamento da bolsa.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Professores da Escola de Psicologia são autores de capítulo de livro publicado pela Casa do Psicólogo


Os professores da Escola de Psicologia Dr. Vinícius Ferreira, Diretor Acadêmico da IMED e Dra Marcia Wagner participam como autores de capítulo de livro publicado pela Casa do Psicólogo e lançado no VIII Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas que ocorreu em Florianópolis no período de 06 a 08 de abril.

O livro intitulado Manual Prático de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental foi organizado pelas psicólogas Ilana Andretta e Margareth da Silva Oliveira e editado pela Casa do Psicólogo, 2011. É uma obra que tem por objetivo apresentar os fundamentos teóricos das Terapias Cognitivo-Comportamentais e exemplos de sua aplicação no cotidiano da clínica, fornecendo um panorama geral dos modelos de tratamento de diversas psicopatologias.

Foram publicados os seguintes capítulos:

• A Terapia Cognitivo-Comportamental em grupos, de autoria de Margareth da Silva Oliveira, Marcia Fortes Wagner, Irani Iracema de Lima Argimon e Ilana Andretta.

• Treinamento de habilidades sociais e sua aplicabilidade na prática clínica, de autoria de Marcia Fortes Wagner, Margareth da Silva Oliveira e Vicente E. Caballo.

• A Bioética no contexto da psicoterapia e na perspectiva cognitivo-comportamental, de autoria de Vinícius Renato Thomé Ferreira.

Os professores ressaltam a importância da Escola de Psicologia publicar temas atuais que trazem importantes contribuições aos profissionais e acadêmicos da área, além de aumentar a visibilidade de nossa instituição enquanto um importante pólo regional de estímulo ao ensino e pesquisa no cenário nacional das instituições de ensino superior.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Professora e acadêmicas da Escola de Psicologia apresentaram trabalhos em Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas


A professora da Escola de Psicologia da IMED, Dra. Marcia Fortes Wagner esteve presente no VIII Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas que ocorreu de 06 a 08 de abril em Florianópolis, SC.  Durante o evento foram apresentados dois trabalhos, os quais descreveram os resultados da Tese de Doutorado defendida pela professora Marcia no dia 28 de fevereiro de 2011. Um deles foi desenvolvido em co-autoria com as acadêmicas da Escola de Psicologia Marciana Zambillo, Daiane Carina Hahn, Amanda Reginato de Mello, Fernanda Teixeira, Marinês Pituco Bicca e Verônica Salvi Triches.

Os trabalhos apresentados foram:

*Adaptação Brasileira do Cuestionário de Ansiedad Social para Adultos (CASO-A30) na modalidade de pôster. Os autores do trabalho foram: Marcia Fortes Wagner (IMED), Angela Aparecida Wolff Oliveira (PUCRS), Anderson Siqueira Pereira (PUCRS), Marciana Zambillo (IMED), Daiane Carina Hahn (IMED), Amanda Reginato de Mello (IMED), Fernanda Teixeira (IMED), Marinês Pituco Bicca (IMED), Verônica Salvi Triches (IMED) e Margareth da Silva Oliveira (PUCRS).

*Avaliação de habilidades sociais em diferentes populações clínicas na modalidade de simpósio oral. Os autores e debatedores do simpósio foram: Marcia Fortes Wagner (IMED), Margareth da Silva Oliveira (PUCRS) e Jaqueline Garcia da Silva (PUCRS), sendo coordenado pela psicóloga Circe Petersen (Projecto).

A professora Marcia enfatiza a importância da Escola de Psicologia da IMED estar presente em congressos da área, o que propicia maior visibilidade de nossa instituição, enquanto um Centro de Ensino Superior de destaque na região. “A apresentação de trabalhos com a participação de acadêmicas evidencia que a IMED estimula em seus discentes o gosto pela pesquisa e proporciona inúmeros contatos, fato que pode gerar futuras parcerias com outras instituições e profissionais nacionais e internacionais”, aponta a professora.

sábado, 9 de abril de 2011

Já conheces o Blog do CETEST?

O blog CETEST/IMED foi lançado em março deste ano, trata-se da página oficial do Centro de Estudos e Testagens Psicológicas da Faculdade Meridional - CETEST/IMED.

O CETEST é um projeto que vem sendo pensado há cerca de um ano. Ele nasceu do desejo de constituir um centro especializado em testes psicológicos para auxiliar o trabalho dos profissionais que avaliam o comportamento humano em diferentes contextos.

O blog pretende ser um canal aberto de contato com psicólogos e estudantes de psicologia, interessados em avaliação psicológica. Se você tiver dúvidas, curiosidades ou necessidades referentes a testes e avaliações psicológicas, entre em contato pelo email cetest@imed.edu.br

Aqui ó: http://cetestimed.blogspot.com/

Boa leitura, pessoal!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Clínica Escola da IMED inicia suas atividades


 


O dia 04 de abril de 2011 será um marco para a Escola de Psicologia da IMED, com o início do atendimento psicológico à comunidade de Passo Fundo e Região através da Clínica Escola.  O local tem o objetivo capacitar o aluno na prática psicoterápica e na avaliação psicológica, através da observação e do atendimento individual de crianças, jovens, adultos e idosos, bem como adquirir experiência clínica com grupos, casais/famílias e mediação de conflitos.

O Coordenador da Escola de Psicologia, Me. Luiz Ronaldo F. de Oliveira, salienta que atualmente, com as práticas emergentes em Psicologia já solidificadas, percebemos uma flexibilização e uma politização cada vez mais crescentes, que se associam ao desenvolvimento do trabalho clínico. Essa conduta emerge como necessária frente à multideterminação de fatores que atravessam o exercício profissional na diversidade de campos em que o psicólogo se insere.

Atendimento

A Clínica Escola está localizada junto à IMED, situada na Rua Senador Pinheiro, 304, Passo Fundo-RS, com área construída de 395,70 m² distribuída em dois pavimentos. O primeiro dispõe de duas salas para atendimento individual e supervisão, uma sala de Gesel com capacidade para 25 estudantes observarem e participarem do atendimento através do espelho. Essa sala também será destinada ao atendimento de casais e família. Consta também de dois banheiros sendo um masculino e um feminino, adaptado para crianças e portadores de necessidades especiais.

O segundo pavimento dispõe de uma sala para secretaria, uma sala para coordenação da clínica, sala de espera, uma sala para arquivamento de materiais, três salas de atendimento individual e casal, uma brinquedoteca para atendimento infantil e dois banheiros, sendo um masculino e um feminino adaptado para crianças e portadores de necessidades especiais.

O atendimento será realizado de segunda a sextas-feiras das 9h às 12h e das 14h às 20h.

Atividades desenvolvidas pela clínica

De acordo com o Coordenador a demanda da Clínica Escola da IMED será oriunda do município de Passo Fundo e região. Serão atendidas pessoas encaminhadas pelas instituições conveniadas com a faculdade e também pessoas vindas de demandas específicas.

“Oferecemos também atendimento para alunos e professores das escolas municipais e estaduais de Passo Fundo que forem encaminhados ou procurarem a clínica espontaneamente.Os atendimentos serão cobrados de acordo com a declaração de renda do paciente, sendo que o valor incidirá em 1% da renda individual do sujeito. Esse valor será revertido através da manutenção e investimentos realizado na própria Clínica Escola da IMED”, salienta o Coordenador.

As atividades terão como padrão os seguintes procedimentos:

Acolhimento inicial: destinado às pessoas que buscarem auxílio psicológico pela primeira vez no local. Será realizado pelos estagiários de Clínica e supervisionado pelos professores psicólogos da Escola de Psicologia da IMED.

Triagem: nesta modalidade será realizada uma avaliação das condições tanto psicológicas quanto sociais. A partir da triagem os pacientes serão encaminhados para as demais atividades (psicoterapias, psicodiagnóstico) desenvolvidas na Clínica-Escola, de acordo com a demanda avaliada.

“Após a triagem será oferecido psicoterapia infantil, adolescente, adulto, Casal/família, grupoterapia, psicodiagnóstico e ou avaliação psicológica. Trata-se de uma proposta de atendimento psicológico, através da qual se examina os aspectos relacionados que geram conflito e a busca de solução da problemática apresentada inicialmente pelo indivíduo, casal/família, etc. A clínica oferecerá atividades acadêmicas como seminários teóricos-clínicos, onde participam desta atividade todos os estagiários da instituição e convidados para debater e estudar casos e temas relacionados à clínica”, aponta o Coordenador.

Informações
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3045-6100 ou pelo email clinicapsicologia@imed.edu.br.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nota de repúdio publicada pelo CRPRS


O Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul, por meio da sua Assembleia Plenária, vem a público manifestar repúdio às manifestações de cunho racista e homofóbico emitidas pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) nesta semana.

O CRPRS considera inaceitável a atitude discriminatória e preconceituosa de uma pessoa eleita para representar a população. O combate à homofobia é um dos compromissos da Psicologia junto à sociedade e discorda da relação entre homossexualidade e doença feita pelo parlamentar.

O CRPRS lembra que a Resolução nº 1/1999, do Conselho Federal de Psicologia, estabelece as normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual. A resolução prevê que a atuação profissional não deve abordar a homossexualidade como patologia ou executar “terapias de reversão”, mas sim considerá-la como uma das sexualidades possíveis.

Repudiamos ainda as manifestações de apologia ao golpe civil-militar, ocorrido no dia 1º. de abril de 1964, feitas pelo deputado. Consideramos que esta é uma data importante para lembrarmos que o governo democraticamente eleito de João Goulart foi derrubado por um golpe de Estado. Os 21 anos de ditadura que se seguiram foram caracterizados pelo aniquilamento daqueles que lutavam por um Brasil mais justo. Com a participação de civis e militares crimes como tortura, seqüestros e assassinatos tornaram-se prática oficial do Estado. Passados 47 anos, a sociedade ainda reivindica o direito à memória e à verdade. Diferentemente do que ocorre em toda América Latina, aqui o governo brasileiro se recusa a cumprir a legislação vigente que garante ao povo o direito a conhecer sua própria história.

Como prevê o Código de Ética Profissional, o trabalho do psicólogo tem como princípio fundamental o respeito e a promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano. Deste modo reiteramos o compromisso da categoria com práticas que contribuam para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul

domingo, 27 de março de 2011

E-books Psicologia

Várias vezes já postamos no blog dicas de como encontrar artigos, textos e livros para download.
Agora descobrimos um site que reune um excelente material em e-book para download gratuito. Trata-se do blog Letras USP Download <http://letrasuspdownload.wordpress.com>, dentre as categorias encontram-se:

Literatura e psicanálise: http://letrasuspdownload.wordpress.com/category/literatura-e-psicanalise/
Psicanálise: http://letrasuspdownload.wordpress.com/category/psicanalise/
Psicologia: http://letrasuspdownload.wordpress.com/category/psicologia/
Psicologia analítica: http://letrasuspdownload.wordpress.com/category/psicologia-analitica/
Psicologia social: http://letrasuspdownload.wordpress.com/category/psicologia-social/

Boa leitura, gente!

quarta-feira, 23 de março de 2011

SELEÇÃO - CETEST (Centro de Estudos e Testagens Psicológicas) / IMED

REPASSANDO...

Olá pessoal!
É com muito prazer que divulgo para vocês a abertura de edital para seleção de estágio extracurricular no Centro de Estudos e Testagens Psicológicas da IMED. Trata-se de um importante projeto que está começando a ser colocado em prática por mim e pelo Prof. Vinícius com o objetivo de estudar e trabalhar na construção e validação de instrumentos psicológicos na nossa instituição. 
No link abaixo está o Edital de seleção, com os pré-requisitos para que vocês se candidatem!
Ressalto que será uma oportunidade extremamente importante de aproximação na área da Avaliação Psicológica, e um diferencial para a formação acadêmica de vocês!
Aguardamos as inscrições!

http://www.imed.edu.br/files/documents/ESTAGIO.pdf

Abraços,
--
Gabriela Quadros de Lima, Psic. Professora Adjunta da Escola de Psicologia da Faculdade Meridional - IMED
Mestre em Psicologia Clínica (PUCRS/CNPq);
Doutoranda em Psicologia (PUCRS) - Grupo de Pesquisa Avaliação e Intervenção do Funcionamento Psicológico Adaptado e Não-Adaptado (PUCRS)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Quanto custa rechear seu Currículo Lattes?

Li o texto do jornalista Spalding e achei a provocação bastante interessante, vamos a ela:

Todo estudante universitário já ouviu falar do Currículo Lattes, todo aspirante a Mestre ou Doutor decerto já fez o seu e àqueles com pretensões acadêmicas é imprescindível atualizar seu Lattes pelo menos duas vezes por ano. O Lattes é critério quase universal para seleções de programas de pós-graduação do Brasil e do exterior, além de ser fundamental nas bancas de contratação de professores universitários em concursos e editais. Mantido pelo CNPq, é uma forma democrática de centralizar as informações acadêmicas de todo país, permitindo aos pesquisadores encontrar colegas de áreas afins e, a quem seleciona, avaliar a produção científica do aspirante à vaga.

Os críticos dizem que o Lattes transforma todo o esforço intelectual dos pesquisadores em quantidade, em números, simplificando e até ridicularizando uma produção eminentemente qualitativa. Ocorre que no final do Lattes há uma tabela informando quantos artigos foram publicados, quantos livros ou capítulos de livros, de quantos congressos o fulano participou. Mas até aí nenhuma novidade, se você começou a ler este texto provavelmente já sabe o que é e como funciona o Currículo Lattes. A novidade é que um bom Lattes tem preço.

Com o crescimento dos cursos de pós-graduação no Brasil e o amadurecimento da Plataforma Lattes, a corrida por "qualificação" tem sido grande, e a lógica quantitativa acaba incentivando a formação de um verdadeiro "mercado acadêmico". Já havia percebido isso ao me inscrever em um congresso, no meu caso o da ABRAPLIP, mas poderia ser de qualquer área e em qualquer lugar. Se você quer que seu trabalho seja apresentado, antes da inscrição deve enviar um resumo e aguardar o aceite. Elaborei o resumo, nas normas que exigiam, e o submeti. Em poucas semanas, um e-mail informa que o trabalho foi aprovado, e o ingênuo aqui fica feliz da vida: vai no site, preenche a ficha de inscrição, imprime o boleto, paga no banco a taxa de cento e poucos reais (há eventos de R$ 300,00, R$ 500,00, e por aí afora, especialmente se você for da área de Medicina ou Direito). No dia da minha apresentação no evento, a surpresa: havia cinco pessoas na sala: um professor e quatro apresentando trabalhos. Público para quê? Discussão para quê? Afinal, dali sairemos com um certificado (enviado por e-mail), um CD-ROM e um número a mais no Lattes! 

Evidentemente, a proporção não é um por um, mas tão evidente quanto é que os congressos hoje estão inchados com dezenas de apresentações de trabalhos, e o aceite desses é uma mera formalidade. Um trabalho medíocre será aprovado se não comprometer o evento e o autor lá estará, enquanto um aluno excelente que faça um artigo excelente mas por algum motivo não possa pagar a inscrição, ah, esse não estará lá. Afinal, sai caro um bom Lattes...

Mas vamos além, afinal de contas, poucos dos que se aventuram em cursos de pós-graduação não teriam dinheiro para a inscrição de um evento desses. E a passagem? E o hotel? E férias, para quem não tem bolsa? Sim, porque se você tiver pretensão de dar aula na USP, na UFRJ ou na UFRGS, é bom sua vida acadêmica não ficar restrita a Cacimbinhas, é bom você ter ido aos eventos nacionais mais importantes da sua área, ter contatos, viajar. E não espere algum desconto especial para viagens acadêmicas por parte das companhias aéreas. Muito menos bolsas oferecidas pelos cursos de pós-graduação, a não ser em raríssimos ― e discutíveis ― casos. Afinal, sai caro um bom Lattes...

Infelizmente, não é só isso. Estávamos tão acostumados a participar de congressos e pagar por isso, estamos tão satisfeitos em aproveitar esses eventos para fazer turismo pelo Brasil (ah, claro, ninguém acha que o controle de presença nesses eventos seja muito rigoroso, né?) que nem percebemos o quão injusta é essa lógica do "pagando bem, que mal tem". Quero ir além. De uns tempos para cá, tem se tornado comum no Brasil pagar pela publicação de artigos! Sim, os artigos científicos, tão puros, tão imparciais, tão citados como referência do conhecimento pela mídia, pelos nossos professores, publicá-los também tem um preço, e bem salgado.

Ainda não havia me acontecido isso, mas uma amiga da área da Enfermagem ousou submeter seu artigo de conclusão de curso para a Revista Gaúcha de Enfermagem e, adivinhem, o artigo foi aceito para a publicação com uma condição: ela e as outras duas autoras do artigo deveriam ser assinantes da revista para essa publicação, e, claro, isso tem um custo: R$ 130,00. Cento e trinta! Fiquei pensando se já aconteceu de alguém enviar artigo e ele não ser aceito, afinal cenzinho é cenzinho...

Pensei em reclamar para a UFRGS que uma revista com seu logotipo fizesse esse tipo de coisa, mas a Universidade está em férias. Entrei em contato, então, com a Ouvidoria do Ministério da Ciência e Tecnologia, a fim de denunciar esse tipo de abuso num país e numa universidade que lutam pela inclusão acadêmica de negros e pobres. A resposta, conclusiva, me fez perceber que o Lattes realmente tem preço: "Prezado Marcelo,
A cobrança para publicação de artigos é prática frequente na área internacional, inclusive porque alguns periódicos científicos são bancados pelos próprios autores. A informação, pelos custos que envolve, resulta cara. No Brasil, esta prática ainda não está amplamente disseminada mas já é praticada, principalmente na área médica.
No caso específico, segundo sua informação, o pagamento não é propriamente pelo artigo, mas para que ela se torne sócia da revista. Sugerimos que consulte a política editorial do periódico, que deve estar impressa na própria revista ou no seu site. A política editorial informa quais são os critérios utilizados para seleção e publicação de artigos.
Nada obstante, caso ela não concorde com o critério, pode submeter seu artigo a outros periódicos que não exijam contrapartida financeira. Seguramente na sua área de especialização existem vários em todo o Brasil.
Atenciosamente, Ouvidoria-Geral do MCT"

Indignado, entrei em contato com minha orientadora de graduação, uma professora muito amiga, Doutora em Comunicação. E aí a professora me lembrou de que quando terminou seu Doutorado, recebeu pelo menos cinco cartas a parabenizando e a convidando a publicar seu belíssimo trabalho em livro. Mas, é claro, um livro acadêmico é sempre importante e, afinal, sai caro um bom Lattes. Caro quanto? Cinco mil reais.

Não posso concordar com essa lógica, e me surpreende que entidades como a UNE fiquem mais preocupadas com o preço da passagem de ônibus do que com esse tipo de descalabro. Não é novidade alguma que a seleção para os cursos de pós-graduação passam por critérios pessoais, políticos, nada objetivos, e no momento que se cria uma ferramenta para tornar a escolha um pouco mais democrática, admitiremos que essa ferramenta sirva para privilegiar os estudantes com mais poder aquisitivo? Sem demagogia, dessa forma algum pobre que entrou na universidade pelas cotas ou pelo Pró-Uni conseguirá ingressar em Mestrados e Doutorados a partir desse critério mercantilista?

Para mim, o caso é muito grave. São essas pessoas com Lattes recheados que irão lecionar nas universidades federais e particulares (e há aos borbotões), são elas que irão formar os futuros médicos, advogados, jornalistas, professores? E quais os valores que essa geração acadêmica tem a passar? O valor do "quanto mais, melhor", do "quem pode mais, chora menos"? E essa realidade, todos sabem, se reflete desde o Ensino Fundamental, onde as creches e escolas públicas são cada vez mais abandonadas e as particulares proliferam e profissionalizam-se. Mas aí já é assunto para outra crônica...


FONTE: Marcelo Spalding. Porto Alegre, Digestivo Cultural,  5/3/2009.


E você, o que pensa sobre isso? 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Volta às aulas 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

CARTA ABERTA AOS ESTUDANTES DE PASSO FUNDO

Mais um aumento eu não aguento!

Olá pessoal! A partir dessa terça-feira (1º de março) a maioria dos estudantes de Passo Fundo, seja das escolas  ou  do  ensino  superior,  irá  retomar  as  aulas.  Ao  contrário  dos  anos  anteriores,  em  que chegávamos  de  nossas  férias  com  o  aumento  da  passagem  aprovado,  em  2011  a  situação  vai  ser diferente. Dessa vez, teremos a chance de questionarmos essa medida que vai contra os estudantes e a todos que utilizam o transporte coletivo.
Nós  estudantes,  estamos numa  fase da  vida  em que  a nossa formação  pessoal  deve  ser  prioridade.  É  por  isso,  que  a Constituição do país, garante a todos nós o acesso à educação como  um  direito  fundamental.  Mas  para  que  isso  ocorra precisamos, literalmente, chegar até a nossa escola ou a nossa faculdade.  O  transporte  deve  ser  público  justamente  para atender a essa necessidade da população de ir e vir para onde for preciso. Nesse sentido, o atual valor da passagem em Passo Fundo  impede  que  muitas  pessoas  o  utilizem,  ou  seja, pagamos  caro  por  algo  que  deveria  ser  gratuito,  como  na cidade  do  Rio  de  Janeiro,  onde  os  estudantes  secundaristas conquistaram o passe livre.
Somos as entidades estudantis e juvenis que fazem parte do Comitê em Defesa do Transporte Público de Passo  Fundo,  que  reúne  também  sindicatos  e movimentos  sociais.  Juntos,  iniciamos  uma  campanha contra mais  um  aumento  abusivo  da  tarifa.  Porque  acreditamos  que  somente  demonstrando  que  o aumento da passagem vai contra os interesses da população é que conseguiremos que essa medida seja barrada.
Diante  disso,  chamamos  a  todos  os  estudantes  a  somar  forças  contra  o  aumento  da  passagem  nas mobilizações. Convidamos também que os Grêmios Estudantis, os Centros e Diretórios Acadêmicos e os Diretórios Centrais  de  Estudantes  a  integrarem  essa  luta  através do Comitê em Defesa do  Transporte Público.


Passo Fundo, 28 de março de 2011.
Assinam:
DAALL-UPF / DASA-UPF / DACG-UPF / CAJOB-IFIBE / DAITEPA-ITEPA /
DASCOMPLICA-IMED / DCE-IMED / PJ

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Publicações internacionais com acesso gratuito

    Na internet, é muito fácil acessar publicações científicas latinoamericanas na área de psicologia gratuitamente. O Scielo, por exemplo, facilita muito a nossa vida. No entanto, revistas científicas em inglês costumam cobrar para liberar seus artigos. Montei uma relação de publicações que liberam material gratuito e que pode facilitar a vida acadêmica:



- Journal of Conflictology
Sobre conflitologia.


- Advances in Cognitive Psychology
Sobre psicologia cognitiva.


- American Journal of Media Psychology
Sobre psicologia e mídia.


- Applied Psychology in Criminal Justice
Sobre psicologia e justiça criminal.

- Australian Journal of Educational & Developmental Psychology
Sobre psicologia do desenvolvimento e da educação.


- Current Psychology Letters: Behaviour, Brain & Cognition
Sobre psicologia em geral.

- Evolutionary Psychology
Sobre psicologia evolucionista.

- Facta Universitatis
Sobre filosofia, sociologia, psicologia e história.

- Journal of Pediatric Psychology
Sobre psicologia e pediatria.

- Psychology of language and communication
Sobre psicologia da linguagem.


- International Journal of Psychology and Psychological Therapy
Sobre psicologia em geral.

- Nature Neuroscience
Sobre neurociência.


- Papers on Social Representations
Sobre psicologia social baseada na teoria das representações sociais.

- Dissertations Gratuites
FRANCÊS. Sobre dissertações gratuitas em Psicologia, Filosofia, Artes, Tecnologia e demais ciências.